domingo, 14 de outubro de 2012
Call of Duty: Black Ops II
Em 2012, parece claro que o shooter mais popular do mundo precisa de uma plástica urgente para continuar reinando na próxima geração.
Após disputar algumas partidas no evento brasileiro, voçê saira com a impressão de que mesmo com algumas texturas melhores, os gráficos do jogo são os mesmos dos títulos mais recentes. Parece até que você está jogando uma expansão de "Modern Warfare 3" e não um título realmente inédito, que chega para brigar pela preferência dos jogadores.
"Black Ops II" traz muitas novidades no sistema de perks, as vantagens e armas especiais que o jogador ativa com sequências de inimigos abatidos, mas quase nada disso era perceptível no pouco tempo da demo.
O que deu para notar foi a criatividade da Treyarch no mapa apresentado: a Los Angeles pós-bombardeio é um cenário complexo, com vários níveis para explorar, com passagens por dentro de um shopping arruinado e pelas ruas - não é uma arena linear, mas um campo de batalha urbano que permite várias estratégias, tanto individuais quanto em equipe.
Em um futuro não tão distante
Continuação do game lançado em 2010, "Call of Duty: Black Ops II" acontece no ano de 2025 e, como narra Frank Woods, herói do "Black Ops" anterior, no primeiro vídeo, máquinas de todos os tipos protegem os seres humanos.
Contudo, um grande perigo se aproxima quando inimigos conseguem tomar os controle desses equipamentos. Dentre muitas cenas, o vídeo mostra a cidade americana de Los Angeles sendo atacada.
"Call of Duty: Black Ops II" será lançado em 13 de novembro para Xbox 360, PlayStation 3 e PC. A versão para Wii U chegará em 18 de novembro.
Continuação do game lançado em 2010, "Call of Duty: Black Ops II" acontece no ano de 2025 e, como narra Frank Woods, herói do "Black Ops" anterior, no primeiro vídeo, máquinas de todos os tipos protegem os seres humanos.
Contudo, um grande perigo se aproxima quando inimigos conseguem tomar os controle desses equipamentos. Dentre muitas cenas, o vídeo mostra a cidade americana de Los Angeles sendo atacada.
"Call of Duty: Black Ops II" será lançado em 13 de novembro para Xbox 360, PlayStation 3 e PC. A versão para Wii U chegará em 18 de novembro.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
jogadores PES 2013 e FIFA 13
O meia Diego Souza ainda está no Vasco em "PES 2013", mas no "FIFA 13" ele já está no árabe Al Itihad
Pura jogada de marketing ou jogador de futebol? O chinês Zhizhao foi simplesmente esquecido pelo "PES" Imagens de reprodução sobre foto de Paulo Whitaker/Reuters
Do Atlético Goianiense, o goleirão Márcio é o mais parecido nos dois jogos
Em ambos os jogos, o alemão Ozil é um bom exemplo de que alta resolução não significa necessariamente beleza
Meia atacante alemão, Lukas Podolski é facilmente reconhecido nos dois jogos
Sensação do Atlético Mineiro, o atacante Jô ficou 'gordinho' em "FIFA 13"
Do Galo, o volante Pierre até parece um pouco o atleta real nos dois jogos
O volante Richarlysoon só parece ele mesmo no "Pro Evolution Soccer 2013"
Ronaldinho Gaúcho sempre teve seu rosto parecido nos dois jogos
O olho cinza do goleiro Victor em "PES" o deixa com um visual deveras...estranho
O 'hermano' Higuain tem camisa oficial no "FIFA", mas se parece mais no "PES"
O argentino Messi é também o melhor jogador nos dois jogos
O goleiro da Argentina Romero tem cabelo mais realista em "FIFA 13
Ex-jogador da seleção, Kleberson é destaque do Bahia nos dois jogos
O Botafogo oficial só aparece no "PES", mas o goleiro Jefferson pode ser visto também no "FIFA
Cara de mau em "PES", feição boazinha em "FIFA", mas em ambos os jogos, Daniel Alves não tem tatuagens
Um dos poucos casos em que "FIFA" supera "PES" na feição de jogador é no do zagueiro David Luiz
E aí meninas? Qual Alexandre Pato vocês preferem? O do "PES" ou do "FIFA"?
Thiago Silva com cara de bebê? Só no "FIFA 13"
Com rosto tão genérico nos dois jogos, o atacante Emerson nem parece ser o principal atacante do Corinthians
Vagner Love ou Ronaldo Fenômeno depois da aposentadoria? Eis o atacante do Flamengo no "FIFA 13
Benzema pode comemorar. A França está licenciada nos dos jogos
Ainda no Santos de "PES 2013", Elano até lembra vagamente o real em "FIFA 13"
Ex-craque da seleção merece respeito, Gilberto Silva é destaque do Grêmio nas duas séries
Zé Roberto com dreads? Em "FIFA" o veterano do Grêmio está mais comportado no corte de cabelo
Moicano do italiano Balotelli ainda está loiro no "PES 2013"
O goleiro Bruno ficou até mais parecido no Palmeiras de "FIFA 13". Ou melhor, no P. São Paulo
No "PES", Marcos Assunção em nada lembra o veterano careca do verdão
O mago chileno Valdivia está cabeludo nos dois jogos, mas seu rosto
Estrela da capa, Cristiano Ronaldo está mais 'fininho' em "PES 2013"
Realista no "PES 2013", Neymar ganhou um topete em "FIFA", mas seu rosto continua esquisitão
Rogério Ceni fez implante capilar para jogar em "FIFA 13"
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
fifa13
Nos consoles, "FIFA 13" só terá narração em português na versão em disco, diz EA
Os "fifeiros" brasileiros mais ansiosos tiveram uma má notícia quando começaram a jogar suas cópias digitais de "FIFA 13" compradas nas lojas online Origin (PC) e PS Store (PlayStation 3): o game não conta com a tão anunciada narração de Tiago Leifert e Caio Ribeiro.Disponível desde terça-feira (4) em ambas as lojas no Brasil, a versão digital de "FIFA 13" é a mesma dos Estados Unidos, sem o conteúdo localizado para o Brasil.
A EA explicou, em comunicado no Facebook, que apenas os discos de "FIFA 13" fabricados no Brasil contarão com a narração e os comentários em português. Segundo a empresa, o jogo distribuido na rede do PS3 é o mesmo comercializado nos EUA e por isso foi lançado nesta terça (25), enquanto o jogo em disco, só sai no dia 4 de outubro.
Leia o comunicado da EA sobre o "FIFA 13" disponível na PlayStation Store brasileira:
"Informamos que, não existe uma versão digital do FIFA 13 PS3 com localização em português brasileiro na Playstation Network. A versão digital é igual para todas as versões distribuídas online nas Américas (sem narração, comentários e localização em português) e por esse motivo o lançamento foi simultâneo com os EUA. A única versão que têm português é a versão no disco fabricado no Brasil."
Assim, apenas quem comprar a versão brasileira em disco de "FIFA 13" terá direito ao conteúdo localizado. A EA não tem planos de disponibilizar esse conteúdo para os demais jogadores via atualização online.
Jonathan Harris, gerente de marketing e vendas da EA no Brasil, disse ao UOL Jogos que o mesmo acontecerá com a versão para Xbox 360: apenas a edição em disco terá a narração em português, a versão digital a ser disponibilizada na rede Xbox Live não terá essa opção.
E O PES 2013?
Já no Origin brasileiro o buraco é mais embaixo: o jogo até conta com a opção em português do Brasil antes mesmo do ato da compra (o jogador pode escolher qual é a região que deseja baixar, dando a entender que o jogo tem a narração brasileira), mas quando o jogo começa, a narração simplesmente fica muda e o usuário sequer pode ouvir um narrador inglês.
Segundo Harris, a versão para PC terá direito a download com a narração, tanto a versão vendida em disco quanto a digital, vendida pelo serviço Origin. Ainda não há data definida para essa atualização ser disponibilizada.
Enquanto isso, o SAC da EA divulgado no Facebook oficial da produtora não responde por problemas ocorridos na compra do jogo digital, sendo exclusivamente destinado à problemas e dúvidas referentes às cópias em disco.
Versão digital brasileira de "FIFA 13" no PC apresenta problemas na narração
Se já não bastassem os dez times genéricos no campeonato brasileiro em FIFA 13, os brasileiros que desejam incluir os uniformes reais de seus clubes do coração no Creation Centre e colocá-los no jogo encontrarão outro problema: a loja que vende espaços extras (Slots) para times criados no Centro de Criação simplesmente não funciona.
Ao tentar comprar os pacotes de 'slots', o jogador é surpreendido com um travamento repentino do servidor online, que o impede de desistir da compra e o força a reiniciar o jogo por completo.
Com isso, os clientes do Origin brasileiro não conseguem jogar com suas criações e conteúdos transferidos do Creation Centre, já que "FIFA 13" obriga ao jogador comprar esses espaços extras para receber os conteúdos criados no site.
Defendendo a liderança
Para defender a liderança entre os games de futebol, a EA prometeu para "FIFA 13" uma série de novidades para melhorar tudo o que ficou devendo em 2012.
Entre as melhorias, está a inclusão da tecnologia 'DI3D Star Treatment', que visa feições mais próximas do real não só para atletas famosos, mas para todos os jogadores.
Além disso, a mecânica de jogo oferece mais opções para cobranças de falta e também para os defensores, com a polêmica decisão de adiantar a barreira para atrapalhar o batedor.
Outras promessas incluem uma nova gama de dribles, uma física aperfeiçoada para evitar bugs de colisão e linhas de atacantes mais inteligentes.
Com versões para PlayStation 3, Xbox 360, PS Vita, PC e Nintendo 3DS, "FIFA 13" saiu em 25 de setembro. No Brasil, o jogo está previsto para 4 de outubro, mas já pode ser adquirido digitalmente na PS Store e no Origin.
VEJA TRAILER DE "FIFA 13"
Resident Evil 6
Análise: Resident Evil 6
Considerações
Feito sob medida para fãs da série, "Resident Evil 6" é excelente naquilo em que precisa para fazer sucesso - mas não necessariamente nos aspectos necessários para ser um jogo incrível.
Controles desajeitados e sérios erros de programação, que geram mortes frustrantes e batalhas sem sentido contra chefões, incomodam bastante, mas não tiram totalmente o mérito do esforço da Capcom.
Além de reunir quase todos os personagens mais queridos da franquia, "RE6" traz quatro campanhas variadas e envolventes, opções mil de personalização de jogabilidade, modos cooperativos e online, gráficos competentes e muito mais.
Pode não ser o jogo de ação dos sonhos que muitos esperavam, mas é um título que empolga demais fãs veteranos e mais recentes - seja pela obra por completo ou mesmo por um ou outro detalhe - e um dos games mais robustos e variados do ano.
Controles desajeitados e sérios erros de programação, que geram mortes frustrantes e batalhas sem sentido contra chefões, incomodam bastante, mas não tiram totalmente o mérito do esforço da Capcom.
Além de reunir quase todos os personagens mais queridos da franquia, "RE6" traz quatro campanhas variadas e envolventes, opções mil de personalização de jogabilidade, modos cooperativos e online, gráficos competentes e muito mais.
Pode não ser o jogo de ação dos sonhos que muitos esperavam, mas é um título que empolga demais fãs veteranos e mais recentes - seja pela obra por completo ou mesmo por um ou outro detalhe - e um dos games mais robustos e variados do ano.
Introdução
Os episódios recentes da série "Resident Evil" carregam o pesado legado dos primeiros títulos, que revolucionaram o mercado de games com seu horror de sobrevivência."RE4" marcou época ao renovar a fórmula com doses cavalares de ação, mas elevou ainda mais as expectativas por títulos futuros. "Resident Evil 6" chega como uma verdadeira carta de amor da Capcom para os fãs da grife.
Ousadia sai de cena para privilegiar nostalgia e o puro 'fan service', com um elenco estelar de velhos personagens queridos e novas figuras importantes e a oferta de quatro campanhas diferentes, cada uma destacando aspectos marcantes de episódios antigos - como zumbis clássicos, quebra-cabeças e até um monstro gigante te perseguindo por toda a história.
Pontos Positivos
- Conteúdo de sobra "Resident Evil 6" pode não ser a garota mais bonita do baile, mas é impossível negar o esforço: o game traz muito conteúdo, muito mesmo.
- Elenco dos sonhos A Capcom não poupou esforços para agradar os fãs da série: "Resident Evil 6" apresenta quase todos os personagens mais queridos dos episódios anteriores.
- Legendas em português "Resident Evil 6" é o primeiro game da série a ter legendas em português do Brasil, o que por si só já é algo a se comemorar.
Cada campanha é composta por cinco capítulos e cada um deles leva entre uma hora e uma hora e meia para terminar - totalizando cerca de 5 a 6 horas por campanha. Além disso, os estilos e a atmosfera de cada enredo são bem diferentes, cumprindo a promessa de entregar 'três jogos em um'.
Fãs antigos vão simpatizar mais com a campanha de Leon, que resgata zumbis clássicos e o clima sombrio do primeiro "RE", enquanto a de Chris é a menos empolgante, com muitos tiroteios frenéticos e missões à la "Call of Duty". Jake prima pela variedade e as cenas de ação cinematográficas enquanto a campanha secreta de Ada (habilitada ao terminar as outras três) traz ótimos quebra-cabeças.
Com exceção da história de Ada, todas podem ser jogadas na companhia de amigos, seja em tela dividida ou online. Aliás, falando nas opções em rede, há o descontraído e divertido Mercenaries (que pode ser jogado sozinho também) e o inusitado Agent Hunt, que dá a chance de encarnar inimigos (até cachorros!) e atrapalhar as campanhas de outras pessoas.
Para completar, há dezenas de medalhas, emblemas e outros pequenos prêmios para coletar e evoluir suas habilidades que incentivam a jogar novamente.
Leon, Chris, Ada e até a garotinha Sherry (de "RE2") estrelam uma envolvente - ainda que clichê - trama global que parte de uma pequena cidade dos EUA, passa pelo leste da Europa e termina em uma grande metrópole na China.
Citações a games antigos são constantes, enriquecendo a experiência e afagando a nostalgia. Nada do que aconteceu nos jogos anteriores é vital para entender a história de "Resident 6", mas ser um fã antigo e saber a quais eventos os heróis na telinha estão fazendo referência é recompensador.
O visual faz bonito com relação aos personagens e, em especial, aos monstros: "Resident Evil 6" é uma das amostras mais criativas de aberrações da franquia. Os cenários impressionam pela composição geral - em especial as fases na China -, mas há falhas ali e acolá, como texturas muito borradas e ou outro serrilhado.
O trabalho, por sua vez, é competente, mas não deixa de passar batidas algumas falhas grotescas, aparentes frutos de ingenuidade e falta de atenção.
Por um lado, há traduções que não soam lá muito apropriadas, parecendo mais traduções literais do que uma adaptação para um texto mais simples e direto. Em uma das cenas de ação, por exemplo, o game indica certo botão para o personagem "Arremeter", sendo que poderiam muito bem ter usado "Correr". O modo de dificuldade Veterano, por sua vez, é descrito como "Um modo para os que gostam de adversidade".
Pior que isso são os erros de ortografia que pipocam vez ou outra. Logo no prólogo aparece um "Vamor", em vez de "Vamos". Em certa fase da campanha de Jake você deve procurar por "Medalhas de idenfiticação" enquanto em um diálogo da história de Leon chegam a citar a cidade de Racoon, sendo que o certo é Raccoon, com dois "c" - e nem vou comentar a vergonha de errar o nome próprio de um local tão importante na história da franquia.
Mesmo com tudo isso, a tradução é louvável e ajuda a compreender não só os diálogos durante a trama, mas também os arquivos secretos que explicam as histórias dos personagens e outros eventos.
Pontos Negativos
- Controles desajeitados "Resident Evil 6" bem que tenta, mas não consegue se livrar dos controles estabanados que foram tão criticados em "RE5". Claro, agora você pode andar e atirar ao mesmo tempo, rolar no chão e fazer combos nos inimigos, mas isso não é o bastante.
- Problemas de programação Em parceria com a jogabilidade bagunçada, algo que machuca bastante a imagem de "Resident Evil 6" e o impede de ser um jogo imperdível é a programação cheia de erros.
A câmera fica próxima demais dos heróis e limita a visão. Ataques "surpresa" de inimigos que aparecem pelos lados ou pela retaguarda são constantes e irritam. Trechos em corredores estreitos são outro incômodo - e sabe-se lá por que há muitos deles no jogo.
Além disso, os personagens ainda são limitados para explorar o cenário. Escadas podem ser subidas ou descidas na íntegra apenas - mudar de ideia no meio do caminho é proibido. Pequenos desníveis são intransponíveis e, acredite, o mesmo vale até para algumas cortinas.
Em tempo, é possível se acostumar com a mecânica e aprender a navegar de maneira eficiente pelo cenário, mas em tempos de "Uncharted" e "Assassin's Creed", com heróis tão atléticos e versáteis, o gingado de Chris, Leon e companhia parece tão malemolente quanto o de um elefante.
Ao menos, também há diversas opções de configuração dos controles, desde a velocidade de movimento da câmera e mira até qual tipo de mira usar (laser ou mira em cruz), que possibilitam ajeitar os comandos de uma forma minimamente confortável.
Isso se manifesta de várias maneiras. Às vezes, é um ataque inimigo que requer um reflexo exageradamente rápido para apertar certo botão. Você mal viu o comando e já apanhou, sem muita chance de revidar.
Em outras situações é uma área de contato mal colocada. Certa fase da campanha de Leon, por exemplo, coloca o agente e a parceria Helena explorando trilhos de um metrô. De repente, um trem passa na pista ao lado e uma barreira entre os trilhos impede Leon de bater na máquina em movimento. Porém, foi só andar um pouco e chegar perto de um trecho sem a tal barreira que o jogo já considerou que o rapaz foi atropelado e morreu - obrigando, claro, a recomeçar do último checkpoint (ou Ponto de Verificação, se estiver jogando em português) e contabilizar uma morte a mais nas estatísticas.
Por fim, há inúmeros combates frustrantes contra chefes, em que o jogo não explica direito o que deve ser feito e você fica zanzando e atirando até acontecer algo. Às vezes tudo dá certo e você segue adiante, mas às vezes você morre e nem sabe o que fez de errado - ou o que deveria estar fazendo certo. Sem contar que, para um game que preza tanto a história, passar por momentos chave sem saber bem o que aconteceu é desanimador.
Resident Evil 6
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